Páginas

22 de julho de 2011

The Rise and Fall Of Ziggy Stardust And The Spiders From Mars - David Bowie

E aí galera! Vim trazer hoje a resenha de um dos álbuns mais famosos de rock, de um artista bem aclamado também, tanto por jovens (com cultura, hehehehehe) quanto por adultos, incluindo provavelmente nossos pais. Então, está curioso? Vamos lá õ/

Nome: The Rise And Fall Of Ziggy Stardust And The Spiders From Mars
Artista: David Bowie
Álbum de Estúdio
Lançamento: Seis de Junho de 1972
Genêro: Glam Rock
Duração: 38 minutos e 37 segundos.
Selo: RCA Records
Produção: David Bowie, Ken Scott
Nota: (10/10)

Faixas:

1.
Five Years - 4:44
2. Soul Love - 3:33
3. Moonage Daydream - 4:35 ●
4. Starman - 4:13 ●
5. It Ain't Easy - 3:00
6. Lady Stardust - 3:20 ●
7. Star - 2:50 ●
8. Hang on to Yourself - 2:40 ●
9. Ziggy Stardust - 3:13 ●
10. Suffragette City - 3:25 ●
11. Rock 'N' Roll Suicide - 3:00 ●

Line-Up:

David Bowie - Vocais/Guitarra/Saxofone/Piano/Harpa
Mick Ronson - Guitarra/Piano
Trevor Bolder - Baixo
Mick Woodmansey - Bateria

"Hey cara, você conhece David Bowie?" é uma pergunta muito comum quando eu conheço alguém que tem o gosto mais ou menos parecido com os meus. Infelizmente, algumas vezes, o cara responde bem assim: "Ah, aquele gay que tem o olho de duas cores e que canta aquela balada pop?". É, sim, muito triste.

Felizmente, ainda podemos encontrar a boa e velha essência do rock de Bowie. Basta você procurar além dessa fase pop e poderá encontrar várias pérolas: "The Man Who Sold The World", "Hunky Dory", "Aladdin Sane" e "Diamond Dogs". Vocês, fãs do David, não acham que falta algum disco excelente aí e que deu a chama da eternidade pro cantor? Sim, esse mesmo que estão pensando. "The Rise and Fall Of Ziggy Stardust And The Spiders From Mars", marcado por uma capa que mostra o cantor na rua Heddon, em Londres.

Esse disco definiu praticamente o estilo andrógeno do cantor, além de seus ótimos shows bem teatrais, com seu mais famoso personagem, Ziggy Stardust. Cabelos vermelhos e espetados, na maioria das vezes, além de uma pele completamente branca eram os traços físicos desse ser fictício.

O fato é que esse disco de 16 músicas tem apenas 38 minutos e meio. Suspeito, não? Errado! Só
prova a grande capacidade que o David tem de compor excelentes músicas, baladas curtas e simples, mas que ainda sim exercem grande poder sobre os ouvintes: eu, por exemplo, quando ouvi Starman, fiquei viciado pelo refrão, além da música ser linda.

Certamente a melhor do disco é a faixa título, "Ziggy Stardust", que muda desde um riff bem conhecido e bem feito, até a voz suave de Bowie acompanhada por um baixo leve, até um momento "crítico" da letra, onde a voz se altera e fica mais "desesperada", nervosa, por assim
dizer.

Ainda sim, temos ótimas outras pérolas nesse disco, como "Starman", uma música suave feita basicamente só na mais pura simplicidade, dando mais atenção para o violão/guitarra, que tem elementos que lembram-me de de Folk Rock. "Lady Stardust" é uma balda de piano linda também, praticamente a segunda título do disco. "Suffragette City" tem pianos e nossa, o pianista/tecladistas é excelente. "Rock 'n' Roll Suicide" é a última pérola, encerrando o disco. Uma faixa bem progressiva, eu diria. Se tem uma coisa que você não se sentirá após ouvir essa música, é que está sozinho. Quem já ouviu fala por si só.

As outras músicas, como "Moonage Daydream", "Star" e "Hang On To Yourself" também merecem bastante atenção, afinal, apesar de terem algum elemento que prejudicou um pouco a qualidade da música, possuem vários outros muito agradáveis.

Esse é, no fim, praticamente, o melhor álbum de David Bowie e um dos melhores conceituais (eu acho, pelo menos) e de Rock setentista de todos os tempos. Se é que podemos chamar isso de rock, pois é pura excelência a cada acorde.

Nenhum comentário:

Postar um comentário