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23 de julho de 2011

Resenha Scream - Ozzy Osbourne

Bom, antes de mais nada, eu sou o Leonardo, e fui convidado pelo o Caio para ajudar nas resenhas. Espero que gostem das minhas, opinem, dêem sugestões de como posso melhorar, enfim... que se divirtam e aproveitem para conhecer novos artistas.

Scream é o mais recente de Ozzy Osbourne. Ele pode estar meio velho para moder morcegos, mas certamente sua voz (apenas mais "rústica") e talento continuam excelentes. Entretanto, já aviso que a sonoridade do albúm é diferente dos outros, e você pode estranhar um pouco no começo.

Nome: Scream
Artista: Ozzy Osbourne
Albúm de Estúdio
Lançamento: Quinze de Junho de 2010
Gênero: Heavy Metal
Duração: (cerca de) 49 minutos
Selo: Epic
Produção: Ozzy Osbourne, Kevin Churko
Nota: ♪♪♪♪♪♪♪♪♪ (9/10)


O albúm num geral fala detemas como a brevidade da vida de diferentes forma.

A primeira faixa é "Let It Die", a música inteira é marcada por um riff forte, e nas "paradas" desses riffs, é ritmada com bateria enquanto Ozzy canta. O curioso é que devido ao efeito dos riffs, a voz do pai do heavy metal parece ainda mais rústico. Achei um "efeito" deveras interessante.

"Let Me Hear You Scream" não tem muito de especial, o riff não é muito agradável, e a música apenas parece passar a mensagem de que aquela é desesperadora (provavelmente pela falta de identidade que é relatada em "Let It Die").

"Soul Sucker" começa com um backing vocal bem interessante, repetindo o próprio título da música até Ozzy começar a cantar. Um detalhe interessante, é que a "religiosidade" do albúm em sí começa a ficar bem evidente, como "This cross is heavy when you are my soul sucker". A música até pouco mais da metade é cantada como uma espécie de hino, apenas depois ela fica mais animada (para no minuto final voltar para a mesma espécie de "hino").

Depois de tantas guitarras elétricas acentuadas e afins, vem "Life Won't Wait" com uma batida bem mais leve e agrádavel para a maioria das pessoas (que fica mais pesada apenas nos solos). A música fala do que o próprio título diz: a vida não espera (como se ele estivesse tentando se recuperar das coisas ruins anteriores).

"Diggin' Me Down" é bem interessante, pois junto dos primeiros segundos, junta da guitarra, existe um backing vocal fazendo efeitos, lembrando anjos em sí. A música permanece no instrumental grande parte, só depois de alguns minutos se tem vocal. Nela, o mundo parece estar acabando (entretanto, é descrito como ele é realmente é hoje), e que as pessoas estão esperando Jesus para ajudá-las, e por ele não aparecer, sua fé está acabando.

"Crucify" mantém a linha religiosa, como se o Ozzy que estivessecantando, fossem igrejas que fazem o que fazem parece obter dinheiro, não nada relacionado a Deus.

"Fearless" é outra muito marcada por riffs, Ozzy começa cantando normal, já nos solos ele é ajudado por alguém, ficando algo bem marcante. Essa música na maior parte do tempo, tem foco mais no vocal, tendo o instrumental meio que deixado de lado, comparando com as outras (é claro que ele ainda aparece).

Já "Time", é cantanda comose Ozzy estivesse ao mesmo triste e revoltado, e fala que a vida é curta, e não deve ser desperdiçada, até mesmo com tristeza. Entretanto, ela também dá a idéia de que devemos ajudar a humanidade num geral (que precisa de ajuda), mas sozinho você nunca irá fazer isso, e tentar mudar a outra parte para ajudar é impossível... o melhor a se fazer é continuar vivendo aproveitando a vida.

Já as 3 últimas faixas ("I Want It More", "Latimer's Mercy", "I Love You All"), falam do egoísmo das pessoas (material), a falta de cuidado com a saúde, e que a humanidade deve se unir, não perder tempo com coisas que são importantes, respectivamente.


Enfim, é um ótimo albúm. Só peca no fato de repetir a mensagem diversas vezes, como se estivesse regressando as vezes, mas isso não atrapalha nada na diversão, garanto. Se você leu, deixe seu comentário, por favor.





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